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The diary of a teenager

A girl should be two things: classy and fabulous

18
Set19

17 coisas que aprendi em 17 anos

Sofia

E adivinhem quem faz anos hoje? Não se esqueceram, pois não? Aqui a je faz hoje 17 anos e não podia estar mais feliz. O meu dia de anos é sempre um dia normal aos outros, vou às aulas, vejo os meus amigos, eles dão-me os parabéns, recebo imensos abraços e beijinhos ao longo do dia, recebo também algumas prendas, festejo mais 1 aninho e basicamente é isto. E bem, é também neste dia que as pessoas costumam perguntar se me sinto diferente e a verdade é que no momento eu sinto-me exatamente igual. No entanto, se olhar para trás e pensar como estava a minha vida há precisamente 1 ano, eu sei que mudei em muitos aspetos e aprendi novas coisas. Costumo fazer esta reflexão mentalmente mas hoje decidi partilhar convosco, uma vez que isto é o meu diário. Eu sempre partilhei inúmeros aspetos da minha vida aqui e embora os 17 não sejam uma idade muito marcante, eu sinto que ao longo deste último ano comecei a ver as coisas de uma forma diferente, sinto que foi o ano que mais me fez crescer pessoalmente e acho que será muito giro mostrar-vos as 17 coisas que aprendi nestes 17 anos. Portanto, vamos lá começar :)

 

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1- Nunca colocar ninguém acima de mim

Penso que isto foi a maior lição que tirei nos últimos meses. Eu já vos contei que em Agosto tive um grande desgosto no que toca a amizades e eu percebi que ao longo daqueles 3 anos, eu sempre coloquei aquela pessoa acima de mim, daquilo que era melhor para mim. Eu sinto que já tinha percebido que era uma pessoa tóxica na minha vida, mas continuava sempre a tentar dar uma oportunidade porque o considerava um deus, a certo ponto eu acho que não dei o devido valor a mim mesma e isso não é suposto acontecer. Ao longo de 3 anos eu senti-me insuficiente e desde que cortei essa pessoa da minha vida, eu sinto-me melhor comigo, comecei a gostar mais de mim e a sentir-me mais confiante. Isto foi assim o meu primeiro grande desgosto e é em momentos como este em que percebo que era necessário receber assim um abanão do universo para me acordar e perceber que ninguém tem o direito de me fazer sentir como se eu não fosse nada. Aprendi e estou grata por isso, aprendi a amar-me verdadeiramente e tenho estado muito feliz desde desse dia.

 

2- Às vezes é necessário colocar limites

Eu sempre fui uma pessoa calma e que nunca gostou de confusões. Sou também uma pessoa sensível e impor-me, seja sobre que assunto, sempre foi difícil para mim. E bem, ao longo destes últimos anos tenho tentado melhorar nisto e penso que consegui. O tópico anterior também ajudou bastante e quando comecei a confiar mais em mim, comecei a perceber que em determinadas situações eu não podia simplesmente ficar calada. Infelizmente, no último ano letivo tive que lidar com 2 amigas que são aquele tipo de pessoa que adoram julgar os outros e, muitas vezes, julgavam-me a mim e à minha frente. Há cerca de 3 anos, eu ia ouvir a piada/comentário e guardar para mim. Finalmente, percebi que não e que isso não é correto. Existem determinadas situações em que temos todo o direito de colocar alguns limites, se a situação nos magoa ou simplesmente não queremos tocar no assunto, a outra pessoa tem de saber respeitar isso. 

 

3- Ser mais seletiva quando for às compras

Vocês já sabem que eu sou apaixonada por fazer compras e quando dou por mim já estou no shopping com a minha irmã. O que acontecia na maioria das vezes é que íamos às compras, víamos uma peça muito gira, estava em saldos ou promoção e comprávamos logo, sem pensar duas vezes. Andávamos 1/2 vezes com essa peça e depois já nos cansávamos e foi aí que percebemos que estávamos a gastar 10/20 € em roupa que nem gostávamos assim tanto, mas que comprávamos por impulso, seja pelo preço apelativo ou simplesmente porque queríamos roupa nova. Temos melhorado bastante nisto e somos muito mais seletivas quando vamos às compras. Há uns anos atrás eu era uma apaixonada por tudo o que tinha padrão floral e agora tento apostar em peças únicas, ou seja, que não são iguais aos do guarda-roupa de toda a gente. Portanto, penso que posso dizer que me tenho tornado muito mais seletiva no que toca a compras, tento perceber aquilo que preciso mesmo e depois escolher peças que até podem ser um bocadinho mais caras, mas são diferentes e sei que não me vou cansar delas em 2 dias. 

 

4- Não há problema em parar e descansar

Quando fui para o 10º ano, eu devia estar com um algum problema nesta cabeça e lembro-me que ficava até às 4h da manhã a estudar porque queria adiantar o estudo o máximo possível. Ao longo do tempo, além do cansaço acumulado, comecei a perceber que não estava a reter metade da informação que precisava. Fui melhorando nisto e no 11º ano já não ficava nestas maratonas intensivas de estudo porque, convenhamos, não era saudável, não é verdade? Isto tudo para vos dizer que finalmente percebi que não há problema em parar para visualizar melhor as coisas, para descansar a nossa mente. Às vezes é preferível parar 5 minutos de estudar, ou seja do que for, porque a nossa cabeça não está cá e não vamos aprender nada. Por isso, posso dizer que, em determinadas situações, é melhor estar a estudar pouco tempo mas tempo com boa qualidade do que passar horas e horas a fio e estar demasiado cansada para perceber. Sinceramente, é algo que me custou bastante a aprender e não entendia bem as consequências disto, mas cada vez mais dou valor ao cansaço psicológico e à nossa saúde mental. A verdade é que a escola, muitas vezes, tem um impacto muito grande nisto e temos de reconhecer os nossos próprios limites porque as notas não são mais importantes do que uma mente saudável and that's the tea.

 

5- Não me importar com aquilo que os outros pensam de mim

Penso que faz parte da natureza do ser humano gostar da sensação das pessoas gostarem de nós. O que quero dizer é que todos nós gostamos quando conhecemos alguém e essa pessoa nos diz que teve uma ótima impressão ou quando todas as pessoas que conhecemos têm algo de bom a dizer sobre nós. E bem, ao longo destes 17 anos percebi que isso nem sempre acontece. Nem toda a gente gosta de nós e é perfeitamente normal porque existem pessoas de que nós também não gostámos, seja porque as personalidades não encaixam ou por outro motivo qualquer. Durante algum tempo, confesso que levava isso um bocadinho a peito e não sabia lidar bem com isso. Quando tinha a sensação de que alguém não gostava de mim, ficava a pensar demasiado no assunto e a perguntar o que teria eu de errado. À medida que o tempo foi passando eu deixei de querer saber da opinião dos outros, se não gostam do meu vestido ou de x ou y porque as pessoas vão sempre encontrar alguma coisa para nos criticar. Por isso, o mais importante é sentir-me bem comigo mesma, a opinião de alguém é apenas um acessório e o importante é mesmo eu sentir-me feliz. 

 

6- Não fazer gossip e deixar de o usar como ferramenta de ligação

As duas amigas que vos falei tornaram-se parceiras do gossip ao longo do tempo. Isto porque quando começámos a ganhar confiança umas com as outras, começámos a falar de algumas pessoas da turma que não gostávamos assim tanto e fomos criando ligação porque partilhávamos a mesma opinião. Este pequeno hábito prolongou-se até ao ano passado e, sinceramente, eu comecei a reparar que era algo bastante tóxico e não trazia nada de bom para mim. O gossip que fazíamos era sempre sobre aqueles problemas de turma e aquelas coscuvilhices que toda a gente faz, porque quando elas começavam a julgar roupas ou atitudes, eu retirava-me da conversa porque não acho isso correto de todo e eu própria cheguei a ser alvo desses julgamentos. No que toca ao gossip, acho mesmo desnecessário e é algo que simplesmente não quero fazer, não quero andar aí a contar os pormenores da vida de x ou y ou a contar aquilo que ouvi. Não traz nada de bom para a vida de ninguém e é bastante infantil, por isso fico feliz por ter percebido isto a tempo.

 

7- Viver menos online

Há uns 3 anos comecei a viver muito dependente do telemóvel e das redes sociais. Passava grande parte do meu tempo livre no Instagram, Twitter, Snapchat e Messenger. A verdade é só uma...vivemos em pleno século XXI e as redes sociais estão no seu auge, vejo pessoas a darem os telemóveis aos seus filhos para brincar, vejo crianças de 11/12 anos a criar conta no Instagram ou no Twitter e muitos outros casos. Já não é novidade nenhuma que isto é um vício e é um vício que comecei a largar porque cansei-me. Durante este verão desintalei o Twitter porque tornou-se numa rede social bastante tóxica e que a mim não me estava a acrescentar nada de novo, deixei também de utilizar o Snapchat e as minhas chaminhas perderam-se todas (desculpem amigos <3) e, neste momento, utilizo apenas o Instagram porque gosto de seguir páginas de moda e retirar alguma inspiração de outras bloggers/youtubers e o Whatsapp/Messenger para ver as mensagens do grupo da turma. Faço hoje 17 anos e percebi há uns meses que não quero viver dependente disto. Quero aproveitar aquilo que está para além de um ecrã do telemóvel e tenho-me sentido muito melhor. É incrível as diferenças que um pequeno detox digital faz. Vou ser muito honesta, gostava ainda de ter a coragem para desinstalar as restantes, mas tendo em conta que só fiquei com 3 e 2 delas são utilizadas para a escola, sobra-me o Instagram que é a rede social que uso apenas como diversão. Ainda assim, estou orgullhosa porque costumava passar muitas mais horas no Instagram e consegui reduzir esse número. Aliás, de forma geral, consegui diminuir o número de horas que passava no telemóvel e isso deixa-me com algum orgulho, tenho de ser sincera. É mesmo aquilo que vos disse, é viver para além do online e eu noto muitas diferenças. Foi uma coisa bastante repentina, mas é um hábito que pretendo manter no futuro e que recomendo.

 

8- Não viver segundo as expectativas dos outros

Toda a gente consegue identificar-se com esta situação. Quem é que nunca num jantar de família levou com aquele comentário sobre escola, trabalho ou faculdade? As pessoas tendem a colocar as expectativas delas em nós e depois fica ali aquele bichinho a dizer baixinho "faz isto e aquilo porque é correto e o mais seguro para ti" e isso está errado. A vida é nossa e nós é que sabemos aquilo que é correto para nós. Ainda na sexta-feira, o meu DT fez um comentário relativamente a isto e eu acho importante partilhar convosco: "Vocês não imaginam o quão frustrante é ter uma licenciatura ou mestrado numa área que vocês não gostam." Estas palavras tocaram-me porque eu não quero sentir essa frustração e sei que ninguém quer. Muitas vezes, os nossos familiares parece que têm um plano detalhado para a nossa vida e eu entendo que é algo inconsciente e, no fundo, só nos querem ver bem, mas acho que não nos devemos deixar influenciar por isso. Devemos parar e pensar naquilo que realmente queremos e não nos devemos deixar levar por aquilo que os outros esperam de nós. Se alguém espera que vocês sejam engenheiros, mas vocês querem comunicação, então lutem por isso. Agora que estou a terminar o secundário eu penso muito nisto e é algo que tenho vindo a aprender mais e a explorar também. Pensem sempre naquilo que é melhor para vocês, seja numa profissão ou em outra decisão qualquer da vossa vida, primeiro estão vocês e as vossas escolhas e não as escolhas que os outros querem fazer por vocês. 

 

9- Fechar a água micelar enquanto estou a utilizá-la

A minha irmã que deve estar a ler isto vai entender esta pequena lição. Posso dizer-vos que às vezes sou um bocado cabeça no ar e enquanto estava a tirar a maquilhagem com a água micelar deixei o frasco aberto com a tampa ao lado. Já nem me lembro como, mas aquilo caiu e verteu uma quantidade relativamente considerável para o chão. Basicamente a minha irmã tinha comprado a água há dias, portanto o frasco ainda estava praticamente novo e ficou com metade da água. Acho que ainda dói o coração à minha irmã sempre que se lembra deste pequeno incidente.

 

10- There is no failure, you either win or learn

Eu acredito muito no destino e acredito que determinadas pessoas que entraram na minha vida tinham um certo propósito. Lembro-me que quando saíram da minha vida e as coisas que fizeram doeram e fiquei triste, mas rapidamente comecei a encarar isso como algo bom. Mesmo nos piores momentos, há sempre algo positivo para olhar. E bem, eu não sei quanto a vocês, mas eu acredito que depois de algo mau, o universo tem algo ainda melhor para nos dar. Por isso, temos que encarar certos momentos da nossa vida como algo que ganhámos, mesmo que seja uma lição. Uma lição já nos ajuda a crescer e a aprender. Além disso, para além de aprendermos algo, podemos ainda ter a oportunidade ganhar algo, seja uma pessoa nova que entra na nossa vida ou até alcançar algum objetivo que parecia estar tão longe de acontecer. Lembrem-se: everything happens for a reason. 

 

11- Não é preciso ter pressa 

Cada vez mais queremos fazer tudo ao mesmo tempo e mais rápido. Mil e uma coisas e não há necessidade disso. Todos nós temos o nosso tempo e cada pessoa tem um caminho diferente a percorrer. Só porque alguém já fez x ou y não significa que seja impossível ou que esteja à nossa frente, a vida não é nenhuma competição e cada um de nós tem o tempo que precisar para concluir as metas que pretendemos. É tudo uma questão de tempo e, cada vez mais, acredito que existem determinadas coisas que chegam quando estamos preparados, quando é o momento certo para agir. Portanto, penso que o mais adequado é mesmo aplicar isto: viver um dia de cada vez.

 

12- Às vezes, estar sozinha é essencial

Dou imenso valor a isto e acho extremamente importante. É bom saber estar sozinha porque torna-se num daqueles momentos de paz interior. Eu não costumava valorizar muito isto, mas às vezes eu gosto de estar sozinha simplesmente para pensar, para estar só eu e os meus pensamentos e conseguir relaxar, perceber melhor as coisas e visualizar tudo aquilo que está à minha volta. Saber estar sozinho é saber estar bem com nós mesmos, sentirmo-nos confortáveis na nossa própria pele e ajuda-nos a construir alguma confiança, a visualizar o nosso próprio mundo. Honestamente, acho que às vezes é bom parar e saber reconhecer isso,  reconhecer que às vezes é essencial ter algum momento para nós, para tratar de nós.

 

13- Ler é um hábito bom

Lembro-me que quando tinha 13/14 anos detestava ler e só costumava ler um livro para apresentações de português. Para ser sincera, não faço ideia o que aconteceu, mas no verão passado comecei a desenvolver um gosto enorme pela leitura. Sou fã de romances e depois de ler alguns em português, decidi aventurar-me no meu segundo idioma favorito, o inglês. Desde sempre que sou uma apaixonada por inglês e entrei nesse mundo no Natal passado, devo dizer-vos que adorei a experiência e tenciono repetir. Para além de alargar o meu vocabulário, seja em inglês ou português, sinto que me dá alguma paz também. Ler tornou-se num hábito mesmo bom porque faz-me entrar numa dimensão completamente diferente e relaxar, enquanto estou a ler apenas estou a pensar naquilo e consigo fugir um bocadinho do stress do dia-a-dia quando estou em aulas. 

 

14- Ter poucos amigos, mas bons amigos

Desde sempre que fui muito seletiva no que toca a amizades. Nunca foi fácil para mim fazer amigos e posso dizer que até ao meu 9º ano tinha apenas 3 amigas, sendo que uma delas é a minha irmã. Quando fui para o secundário fui com a ilusão de que iria fazer um grupo enorme de amigos e que isso seria mesmo divertido. A verdade é que sim, encontrei um grupo e que ao longo do tempo se foi desfazendo e as pessoas que ficaram em contacto não se revelaram propriamente boas amigas. Entretanto no 11º ano conheci também ótimas pessoas e que gosto e também é um bom grupo, mas é aquele grupo para sair/conviver e que às vezes se fecham em grupos mais pequenos. Costumava pensar nisto e achar que devia ter algum problema por existirem por aí pessoas com dezenas de amigos e eu só conseguir chamar verdadeiramente de amigo a 4/5 pessoas. Foi aí que percebi que mais vale ter poucos amigos, mas bons amigos. Estes meus amigos não precisam de falar comigo todos os dias ou de estar comigo todos os dias porque sei que quando mais preciso deles, eles estão ao meu lado, seja para festejar os meus sucessos ou as minhas derrotas. Prefiro que seja assim, gosto deste meu pequeno grupo e não o troco por nada deste mundo.

 

15- Não desistir perante as dificuldades

Ai Sofia, Sofia...às vezes dá uma vontade de me abanar e dizer para acordar para a vida, sabem? Eu tenho bastantes dificuldades em lidar com o facto de não ser capaz de fazer determinada coisa. Na minha cabeça, eu tenho que ser minimamente boa a tudo e isso acaba por me levar para caminhos menos bons porque fico demasiado presa nessa ideia. Demorou algum tempo para eu perceber que ser bom a tudo não significa ser muito inteligente ou ter muito sucesso. Confesso que ainda hoje estou a trabalhar nisto e o maior desafio começou há dias. A minha maior dificuldade neste mundo é matemática e eu adorava dominar esta disciplina, simplesmente não consigo e por mais que me expliquem as coisas, existe sempre algo que eu continuo sem perceber. Não tenho problema nenhum em admitir isto porque é a verdade nua e crua e eu reconheço essas dificuldades. Bemmm, o meu maior problema é mesmo desistir perante estas mesmas dificuldades porque me sinto mal por isso, começo a chorar porque começo a sentir-me burra e quando dou conta já não tenho motivação para a disciplina e deixo-me levar por isso. Uma coisa que tenho tentado melhorar é mesmo nisto, é a saber relativizar melhor as coisas e a dar o melhor de mim, mesmo que tenha alguns obstáculos pelo meio. Este ano é o meu grande objetivo, é conseguir lidar com matemática e tentar encarar a disciplina de forma mais positiva. 

 

16- A mudança é algo constante

Todos os dias aprendemos algo novo e isso tem um impacto em nós. Uma coisa que me irrita bastante é quando as pessoas não entendem isso e nos definem com coisas que fizemos há meses atrás ou até mesmo há anos. Só porque fizemos isso, não significa que tenhamos permanecido da mesma forma, não é verdade? Falo por experiência própria, já cheguei a mudar o meu ponto de vista relativamente a determinados assuntos, assim que experienciei a situação ou me informei sobre determinado assunto. Mudar é normal. Por isso, não deixem que alguém vos defina, que vos digam que são assim e assado ou que não são assim.

 

17- Ser feliz, SEMPRE!!!

Clichê, mas um clichê que tinha de estar aqui. Um dia péssimo tem sempre algo de bom. Mesmo nos momentos mais negros da nossa vida, há sempre algo em que podemos agradecer, em que podemos sentir-nos gratos e sorrir. Eu sei, parece demasiado conto de fadas, mas é a verdade. Existe sempre algo positivo na nossa vida e, citando o meu querido Dumbledore, às vezes basta ligar a luz. Portanto, penso que uma das coisas que sempre me vai definir é o meu bom humor e o facto de conseguir ver com facilidade o lado bom de um dia mau. Espero continuar assim e a ser feliz porque felicidade nunca é demais e é das coisas mais bonitas desta vida <3

 

E depois de tanta reflexão...posso dizer-vos que me sinto muito bem. São apenas 17 anos, mas são 17 anos que me ensinaram já muito. Tudo o que falei aqui é normal e tenho a perfeita noção que existem dezenas coisas que ainda nem faço ideia, mas não tenho pressa para isso. Aprendemos algo todos os dias e eu vou aprendendo uma coisa ali e outra acolá. Quero também aproveitar para vos agradecer por estarem desse lado a acompanhar todo este processo, o processo de uma miúda de 12 anos que venho parar aqui de paraquedas e tem estado por aqui a falar de tudo e mais alguma coisa. Já são alguns aninhos a acompanharem o meu aniversário, merecem uma fatia de bolo, não é verdade? Enfim...obrigada do fundo do meu coração. E agora está na altura de ir aproveitar o meu dia e cantar os parabéns mais logo, beijinhos e vejo-vos num próximo post <3

 

 

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